Membro encontrado pode contribuir com pesquisa que deve trazer de volta à vida espécies já extintas
por Globo Rural On-Line
Foto: Reprodução/Siberian Times
Cientistas da Coreia do Sul , dos Estados Unidos, do Canadá e da Holanda não pretendem deixar a região de Sakha, na Rússia, tão cedo. Isso porque o grupo encontrou por lá o tronco de um mamute preservado durante 10 mil anos.
O membro, que segundo os especialistas parece de um animal morto recentemente, deve contribuir com pesquisascujo objetivo é trazer de volta à vida espécies já em extinção. A análise do tronco está em andamento e deve detectarcélulas vivas do animal para análise de seu DNA.
O membro, que segundo os especialistas parece de um animal morto recentemente, deve contribuir com pesquisascujo objetivo é trazer de volta à vida espécies já em extinção. A análise do tronco está em andamento e deve detectarcélulas vivas do animal para análise de seu DNA.
Foto: Reprodução/Siberian Times
O grupo acredita que o tronco encontrado em perfeito estado de conservação pertencia a um bicho que foi morto por humanos. Mais tarde, coberto por gelo, o membro foi conservado.
Semyon Grigoriev , diretor do Museu Mammoth, localizado na cidade russa de Yakutsk, e líder da expedição, disse em entrevista ao jornal Siberian Times que o tronco estava ainda coberto por sangue, pelos e pele. "A mais perfeita parte de um mamute que já foi encontrada", contou.
Semyon Grigoriev , diretor do Museu Mammoth, localizado na cidade russa de Yakutsk, e líder da expedição, disse em entrevista ao jornal Siberian Times que o tronco estava ainda coberto por sangue, pelos e pele. "A mais perfeita parte de um mamute que já foi encontrada", contou.
Foto: Reprodução/Siberian Times
Se tudo ocorrer como esperado pelo pesquisadores, um novo mamute deverá habitar o Planeta Terra num prazo de 60 anos.
Foto: Reprodução/Siberian Times
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